terça-feira, 4 de novembro de 2008

Primavera.


Minha estação do ano favorita.

Dias mais coloridos, o perfume das flores e uma brisa suave.

Melhor seria se eu não tivesse rinite e alergia ao pólen, mas fora isso adoro a primavera.




A primavera tem a simpatia de todos, é intíma dos poetas, porque tem o privilégio de suceder ao inverno como símbolo de esperança. E essa é a chave de seu pretígio, é de esperança que se trata.
Gosto da primavera porque preciso de esperança.
Preciso que flores e cores reapareçam em meu destino mesmo quando o cinza imperou por muito tempo.
Esperança que vem da certeza, da promessa segura que impede o desalento. Porque existe esperança, amores renascem na primavera, perdoam-se os invernos, aquecem-se as sombras, derretem-se os gelos.
A primavera existe sim, e muito na estrutura psíquica de cada um. Há muitas primaveras em casa vida, promessas que se hão de cumprir e que sustentam nossa resistência aos dissabores.



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