Durante todo o ensino médio escrevi nos meus cadernos sobre as minhas paixonites, cada página uma expectativa de amor, uma esperança, mais um dia de aula pensando nele. Foi uma época de descobrimento, queria viver um amor de cinema.
Sempre gostei dos detalhes, observava os gestos, os olhares.
Guardei tantas bugigangas por amor.
Tudo o que se possa imaginar, desde de um pedaço de pão até várias caixinhas de clorets.
Eu era tão feliz assim.
Tudo o que se possa imaginar, desde de um pedaço de pão até várias caixinhas de clorets.
Eu era tão feliz assim.
Atualmente, sou muito mais feliz. Cada fase da vida traz uma forma de felicidade.
Não gosto de usar a palavra amor, amor é uma palavra muito forte para ser usada em qualquer ocasião. Ainda não encontrei o meu verdadeiro amor, não tive um relacionamento afetivo concreto, acredito que quando eu encontra-lo será para sempre.
O futuro a Deus pertence e a minha vida também, não quero ser precipitada, esperarei em Deus e essa é melhor decisão a ser tomada.
Busco realizações na minha vida espiritual, pessoal e também sentimental, mas a que menos me preocupa é a sentimental. O jovem sábio não altera a ordem acima, vida espiritual em primeiro lugar, vida profissional e estudos e logo após vem os interesses sentimentais, namorar, noivar, casar.

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